Por mais que pareça difícil reduzir custos na empresa sem abrir mão de itens essenciais ou recorrer a demissões, isso é possível. Veja nossas dicas!
Reduzir custos na empresa e otimizar os ganhos é sempre uma boa ideia. Mas em momentos de crise como o do coronavírus isso se torna não só interessante, mas essencial. Para manter as operações rodando e evitar demissões ou outros cortes de ativos imprescindíveis, é preciso criar um plano de ação com estratégias muito bem planejadas.
Embora você não possa controlar o mercado e “forçar” seus clientes a gastar mais, você pode cortar custos desnecessários — ou menos necessários neste momento. O truque é saber quais custos são seguros para cortar, em quanto e por quanto tempo.
Neste texto daremos algumas dicas para que você possa encontrar maneiras fáceis de manter a margem de lucro líquido da sua empresa, reduzindo despesas comuns, sem prejudicar atividades críticas ou a capacidade de crescimento do seu negócio. Vamos lá?
1. Flexibilização de contrato de escritórios
A grande maioria das equipes está trabalhando no modelo de home office nas últimas semanas. Mas as empresas continuam pagando seus aluguéis, mesmo sem utilizar o espaço. Uma alternativa, se esse é seu caso, é buscar uma renegociação de contrato com seu locatário. Sabemos que todos estão passando por dificuldades nesse momento e o ideal é encontrar uma solução que seja interessante para ambas as partes.
Se você não tem know how para fazer essa negociação, é possível contar com o apoio de consultorias, sem custo adicional, como é o caso do produto de redução de custos do BeerOrCoffee. Nossos especialistas fazem todo o trabalho, encontrando o equilíbrio perfeito entre aquilo que sua empresa necessita e o que seu locatário pode oferecer na atual conjuntura.

2. Realoque seus funcionários de acordo com as necessidades
Em momentos de crise é natural que determinadas áreas tenham queda na demanda, enquanto outras precisam de uma força tarefa para operar com mais eficiência. Nessas situações você não precisa recorrer a demissões em setores de vendas, por exemplo, para contratar funcionários da área financeira e sucesso do cliente. Realoque alguns de seus vendedores temporariamente para que eles possam ajudar no que for necessário.
Avalie os perfis dos seus colaboradores, como eles atuam e converse com eles para entender o que gostariam de fazer. Assim será possível agir de forma rápida e eficaz, criando uma equipe integrada, capaz de resolver as situações mais urgentes. Essa estratégia também é muito boa para times que estão precisando de novas ideias, já que pessoas de áreas diferentes trazem perspectivas inovadoras.
3. Invista em novas estratégias de marketing
Uma das primeiras coisas a se fazer quando uma empresa corta custos é reduzir o investimento em marketing e mídias pagas. Mas isso não quer dizer que você precise cortar a divulgação do seu negócio, já que ainda é importante trazer visibilidade. Existem várias formas de divulgação orgânica que podem gerar reconhecimento de marca e, mesmo em tempos de crise, angariar novos clientes. Algumas delas são:
- Email marketing;
- Posts ricos no site e/ou blog;
- Posts nas redes sociais (principalmente YouTube, Facebook, Instagram e LinkedIn);
- Produção de ebooks;
- Webinars e lives;
- Divulgação de materiais interessantes para a imprensa.
Todas essas estratégias são capazes de engajar seu público e disseminar seu conteúdo. A dica de ouro aqui é: certifique-se de que o material seja realmente interessante para quem está consumindo e tenha utilidade neste momento. Os textos, vídeos e imagens devem ter qualidade e transmitir transparência e credibilidade.

4. Utilize ferramentas gratuitas online
Muitas ferramentas atualmente trabalham com um modelo que chamamos de “freemium”. Isso significa que existe uma versão gratuita em que os profissionais têm acesso a uma série de recursos. Caso queiram optar pela versão premium, pagam um determinado valor de acordo com o plano desejado.
Em momentos de crise vale a pena reavaliar as necessidades da sua empresa em relação às ferramentas utilizadas. É possível fazer algumas concessões e optar pela versão gratuita de diversos programas, mesmo que de forma temporária. Por exemplo, você pode gastar milhares comprando aplicativos de escritório e software de entrada de banco de dados quando pode usar o Google Docs. É igualmente bom e é gratuito para uso online.
5. Expanda sua gama de parceiros e fornecedores
Se você trabalha com a mesma cadeia de suprimentos há anos, pode estar perdendo boas pechinchas. Você pode pensar que a pesquisa de novos fornecedores e parceiros leva tempo, mas a economia de custos pode ser enorme. Especialmente se o seu mercado ou nicho cresceu nos últimos anos, é possível encontrar muito mais opções do que as que existiam quando você abriu suas portas.
Além disso, se você é um cliente de longa data, também pode abordar seus fornecedores atuais falando sobre a renegociação de seu contrato. Eles com certeza não querem perder uma conta, e podem estar dispostos a oferecer descontos ou complementos que poupam um investimento significativo.
6. Repense suas opções para se recuperar da crise
Após o período de quarentena, tudo indica que viveremos em um modelo híbrido de atuação. Ou seja, vamos variar entre escritórios, home office e espaços de coworking. Migrar seu negócio para os escritórios flexíveis também é uma maneira muito eficaz de reduzir custos na empresa com infraestrutura em até 70%.
Em uma entrevista à Jovem Pan a CEO do BeerOrCoffee, Roberta Vasconcellos, falou um pouco sobre o assunto:
A economia financeira acontece porque, em vez de ter que arcar com altos custos fixos relacionados à estrutura, a empresa paga apenas por uma parte deles. Na prática, as contas são rateadas entre todas as organizações que funcionam em um mesmo coworking, e isso é traduzido para o valor do aluguel que você paga para o local.
Levando em consideração gastos como aluguel, condomínio, IPTU, energia elétrica e outros, é possível fazer uma conta simples para comparar o custo total de um escritório tradicional versus um espaço compartilhado.
Em São Paulo, por exemplo, um time com 50 pessoas pode custar até R$ 97 mil/mês em um ambiente convencional. Enquanto isso, em um coworking é possível alocar essa equipe por menos de R$ 45 mil/mês. Isso representa uma economia de até 64%, que equivalem a quase R$ 750 mil por ano.
Como costumamos dizer, toda crise gera oportunidades para revermos nossos processos e estimula o surgimento de novas ideias. Por mais que estejamos passando por um momento difícil, tudo isso pode ser superado. Se você gostou desse texto e quer saber mais sobre como podemos te ajudar a reduzir custos na empresa, sem pagar nada a mais por isso, acesse nossa página clicando aqui.
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